CURTA

Vá ao paraíso (e à Viña Del Mar também)


​Com o ouvido ainda entupido do voo de dois dias antes, mal escutava a guia turística explicar a história de Valparaíso (daí vem o trocadilho no título rs), a uma hora e meia de Santiago, no Chile. Ou apenas estava mais preocupada em admirar as tonalidades da cidade portuária.

Repleta de subidas e descidas, a todo momento você dá de cara com uma vista sensacional das diversas cores vibrantes nas paredes e do azul do mar. Lembro-me a moça contar que, em uma das teorias que explicam o colorido da cidade, os pescadores usavam a tinta que sobrava depois pintar suas embarcações para dar cor às casas.


Com tantos grafites espalhados e uma atmosfera litorânea misturada com juvenilidade, Valparaíso me conquistou mais que a capital chilena e a vizinha Viña Del Mar. Esta segunda também é convidativa, mas me parece ser mais  um refúgio para os bem-de-vida que para os artistas.


O relógio de flor de Viña não surpreendeu, acho que poderia estar em qualquer cidade do interior paulista. Porém, a praia compensa. Apesar da água congelar até o fio do cabelo e ser impossível se banhar, a cor do mar é limpa e azulada num tom forte e a areia é fofa. As duas marcaram presença.

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