Eurotrip: O Buda e a Peste

19:10


Última parada com o coração partido, Budapeste. A cidade para qual fiz mais esforço em ir. Lembro de minha amiga dizer ser magica e, depois, pensei comigo mesma, precisava de ir. Praga foi antes, já me deu a sensação do leste europeu e sua característica de mais européia impossível.


Buda e Peste. Daquele lado do rio Danúbio, castelo e casas afortunadas. Deste lado, sinagoga, parlamento, praças e cafés. Igrejas nos dois. Deu para perceber que, das duas partes, Peste é a mais agitada. No bar judeu, não muito longe do rio, se vê diversos graffitis e artes urbanas, fazendo o cenário cool de Budapeste junto aos cafés e pontos mais alternativos. Szimpla, famoso na luz do dia e da noite, é uma compilação de artigos velhos, plantas e tudo de uma receita hipster.


A capital húngara foi, muito provável, o lugar onde mais senti precisar de mais tempo, não risquei da lista a Ilha Margarete, nem os banhos termais. Mas também foi a que pude viver um pouco, bem pouco, com meus conterrâneos que moram lá. Deu para conhecer o Kuplung, se decepcionar com a homofobia dos seguranças, sair para uma casa noturna que não sei o nome e precisar de ajudinha extra para achar o apartamento novamente. 

Os húngaros não se mostraram muito melhores que os vizinhos de continente, sem muita simpatia. Os brasileiros lá compensaram. Comida típica "lagos", um projeto de pizza misturado com salgado de queijo, foi uma das únicas culinárias locais provadas nessa viagem. Agora enxergo como fez falta alguns luxos, longe do low cost que vivi.


My house in Budapest.


Deu para enjoar da eurolines e da Ryanair, deu para querer minha cama de volta e deu para não querer minha cama de volta.

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