Eurotrip: Viena, de Mozart

16:37


Capital da Áustria, casa de Mozart. Primeira vez em um hostel sem companhia. Minha sorte (ou azar, depende do ponto de vista): as outras três camas não foram ocupadas na noite da minha estadia. Senti-me em um hotel pelo preço de albergue. Era relativamente perto do centro, onde a maioria das atrações estão, mas as redondezas não eram atraentes. O Google Maps sempre indicava 2 km e qualquer coisa.


Não tinha como prioridade entrar em museus. Era de monte e o preço sempre por volta dos dez euros, como de costume. Batia um sentimento de não-culta, mas não dá, gosto mesmo é de sair pelas ruas de cidade, ao ar livre, melhor ainda. Conhecer gente era um alvo, mas nem sempre alcançável. 

O que mais gostei foi a quantidade de parques na região central, um perto do outro e todos bonitos. Prédios incrivelmente majestosos e, pela minha impressão, era constante a cor de gelo. Um amarelo pastel já era uma diferença. Uma cidade arrumadinha, parecia ter sido planejada num papel com pena e tinta. A bagunça fica por conta do final da feira Naschmarkt, ainda mais nos sábados.


Ouvi e li mais de duas vezes sobre quão Viena é uma cidade boa para morar, uma das melhores na Europa. É romântica, bem estruturada em transporte público e bicicletas, mas é isso. Tudo o que grande parte do resto do continente tem. O passeio mais diferente foi o parque de diversões Prater, onde, se não estivesse sozinha, teria feito a festa nos brinquedos.

Não dá para não reparar nas dezenas de Mozarts fantasiados em lugares públicos na tentativa de fazer os turistas comprarem concertos de opera. Não os vi terem êxito alguma vez, mas a roupa era bacana, apesar de já não ser mais novidade. Não achei outra personagem pelas ruas.


O triste das cidades europeias são os cavalos usados em "carruagens" para atrair turistas em pleno verão com sensação de 30 graus. Que vergonha, viajantes que pagam por isso!

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