Eurotrip: BBB, Bruxelas e Bruges na Bélgica

22:13


Sétimo país, Bélgica. A partir de agora era apenas eu e Mavis (obrigada Zaya por nomear minha mochila). Passagens compradas e nem se quer um roteiro ou pesquisa. De tudo, medo. De gente, tempo, espaço, visto. Sabia sobre não ter alguém para me perder junto, tirar fotos, dançar em pontos turísticos ou conversar no caminho.


Tirando a parte negativa, restava uma rapariga curiosa. As expectativas, grandes. É sempre melhor a viagem quando se fica em casa de conhecidos já familiarizados com o local. Sabe-se direito o que vale a pena, não confiamos mais no blog, onde só há lugares bons e a vida é bela.


Bruxelas, mais mal cuidada, menos coisa para se ver e semelhança com o resto. Sua história por trás dos monumentos é o interessante. Da estátua que só se toca em lugares específicos e faz pedido e o menino que fez xixi na época da guerra ao arquiteto que se suicidou ao ver seu prédio sem simetria. O átomo poderia ser mais artístico e interativo.


Leuven abrigava o festival Het Groot Verlof. Vários palcos espalhados pela cidade com música boa. Belgas não resistiam e soltavam seus passos sem muita modernidade. A cidade era mais charmosa e amigável e descobri como é confuso ter três línguas oficias. Se já não me dava bem apenas com o francês... 


Bruges parecia sair de um livro. Seus canais e lagos davam casa a cisnes lindos que poderiam ser de um conto de fadas. Teve o título de minha primeira cidade turistando sozinha, mas as árvores e o cheiro de cocô de cavalo das carruagens misturado com chocolate e cerveja, preencheram o vazio.

Lições na Bélgica: cerveja de cereja é bom e os belgas são os mais atraentes (até esse momento).

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