Eurotrip: Let's go, London

20:02


Terceira parada, Londres. Megabus, balsa e nove horas de desconforto. A bolsa de estudos de valor pequeno influenciou para a vida low cost. Sem hotéis, táxis ou restaurantes. Linhas de metrô confusas, não mais que Paris, mas ainda assim leva-se um tempo para decifra-la. Da azul para a vermelha, da vermelha a preta e, enfim, ao couch. 

Camden Town já mostrou que seria impossível gastar o previsto, seu mercado era mais caro que as lojas do shopping do Porto. Os souvenirs eram parecidos com os produtos da 25 de março. Era inviável comprar uma miniatura de cabine telefônica por dez libras se, na rua do centro de São Paulo, consigo por 15 reais. Já o Teddy, do Mr Bean, bom, não dava para negar.


Abbey Road me aproximou dos Beatles como nunca. Embora não os conheça bem, senti-me famosa ao simples ato de atravessar a rua. Já no lugar chamado Notting Hill veio a imagem de Julia Roberts admirando as casas coloridas, assim como eu. Não consegui chegar a tempo do mercado Portobello, pude observar comerciantes desmontando suas barracas. Tower brigde e sua imensidão dão um show.



London eye, lenta e gigante. Big ben, lindo como as fotos e Palácio de Buckingham, em que a graça são os guardas, que mesmo de longe, fizeram meu coração saltar. Aquele capacete/chapéu/peruca remete tudo que a Inglaterra é, original e histórica, como uma peça de Shakespeare. Oxford street me fez lembrar que não serei feliz sem Primark na minha vida.


Old street, vizinhança gostosa, passaria mais tempo se não tivesse apenas três dias na cidade. Hyde park abrigava o British Summer Time, onde havia sessões de filmes ao ar livre, com mini coca-cola de graça e mantinha. A grama era confortável, o ambiente era agradável, como todo parque, e o filme era A Teoria de Tudo. Não trocaria aquelas duas horas por nenhum ponto turístico que faltava.


Londres, eu sei que foi um até logo.

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