Eurotrip: Explorando (um pouco) a Inglaterra

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Quarta, quinta e sexta parada, interior da Inglaterra. Visitar minha irmã, agora, significa ver as casas típicas do país, as crianças loiras da nova escola do meu sobrinho, o mercadinho mais caro que a Kiko e o volante no lado direito, não esquerdo.


Stonehenge, o local com as pedras gigantes (que ninguém sabe como foram parar lá), era caro demais para chegar perto. Da estrada de terra ao lado, já da pra se surpreender com a beleza e tamanho. Se as cercas não fossem de arame farpado, teria pulado, com certeza. Hoje em dia não se dá desconto nem pela natureza.


Bath fazia-me sentir em Roma, lugar que nunca conheci. Provavelmente porque abriga as banheiras romanas e suas águas verdes. Era caro, igual Stonehenge, mas ir à cidade sem ver o principal, não fazia sentido. O museu, fora as piscinas, era como todos os outros. Infelizmente, não nasci com vontade de aprecia-los e visita-los com gosto. Bath, mesmo que por duas horas, foi confortável aos olhos.


Bristol foi na pressa, uma rapidinha entre os passeios. Do que vi, nada diferente. Até chegar a ponte suspensa de Clifton. Mesmo em reforma em uma das partes, era lindamente alta e sua vista de tirar o fôlego.


Oxford só me deu vontade de assistir de novo A Teoria de Tudo (mesmo se passando em Cambridge). Imaginei-me carregando livros de grandes pensadores ingleses atrás daquelas grades e jogando críquete no final de semana. Não podia entrar na universidade, mas o pouco que vi quase me fez pegar uma folha de aplicação para estudar.


Faltou Liverpool, Brighton, Manchester, e tantas outras que me fazem ter certeza que eu volto. E na próxima, Escócia, Irlanda e País de Gales não escapam.

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