Eu, coração, vocês

18:33


Aquela dorzinha da agulha na pele consegue ser boa e péssima ao mesmo tempo. Sábado a senti novamente, depois de um ano. Tudo bem que nunca fiz nenhuma tatuagem grande, mas poxa, dói também, só que por (bem) menos tempo. Decidi com as minhas irmãs e mãe que íamos fazer um coração. A ideia foi mudando na conversa, de minúsculo e inteiro preto a 2 cm e vazado. As fotos do We Heart It colaboraram para isso.

Foto de inspiração salva no celular. Eu e minha irmã mais velha, Rebeca, fomos ao estúdio. Só nós mesmo, porque minha mãe não podia e a outra irmã não queria por enquanto. Eu e Rebeca estávamos desfalcadas, mas com a mesma coragem. Logo menos a outra dupla da família passará por isso. Depois da imagem impressa, escolhemos o tamanho. Simulamos na pele e era aquilo que queríamos.

Algumas apertadas na mão da Rebeca e já estávamos prontas. Minha irmã sofreu por mais tempo, não sei por quê. Mas nós duas, agora, tínhamos uma marquinha em preto para simbolizar o amor de uma família. Gravamos com dor, o melhor modo de retratar nossa trajetória. 

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